Brasil deixa o grupo das 10 maiores economias mundiais

A queda de 4,1% no PIB foi o maior tombo na atividade desde o bloqueio dos ativos, em 1990, no governo Fernando Collor. O número certamente reflete o choque causado pela pandemia do novo Coronavírus. Apesar do recorde negativo, o resultado foi melhor do que as primeiras estimativas, que eram de até 10% de queda do PIB.

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O setor mais atingido foi o de serviços, com queda de 4,5%, um reflexo das restrições ao comércio e outras atividades empresariais. A indústria encolheu 3,5%. A salvação da lavoura foi a agropecuária, mais uma vez, com um crescimento de 2%.

Para 2021, espera-se uma ligeira recuperação, mas os analistas econômicos vêm revisando para baixo as suas estimativas. O crescimento deverá ficar ao redor de 3%, insuficiente para recuperar as perdas anteriores. Nesse cenário, o desemprego permanece elevado e a taxa bateu recorde no final do ano passado: 14,6%.

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Num indicador simbólico da perda de relevância brasileira econômica no cenário internacional, o Brasil deixou de fazer parte do grupo das dez maiores economias do mundo. Caiu para a 12ª posição, de acordo com projeções da Austin Rating. Fomos ultrapassados, no último ano, por Canadá, Rússia e Coreia do Sul, num reflexo da queda na economia e da desvalorização do real. Até 2014, o País tinha o 7º maior PIB global.

Mais do que nunca se faz necessária a realização de Reformas e Privatizações. Desatando os nós econômicos, desburocratizando o ambiente de negócios e diminuindo o tamanho do Estado, certamente o Brasil avançará economicamente.

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