O Marco Regulatório dos Jogos no Brasil inicialmente previa a regulamentação de seis categorias diferentes de jogos de azar, entre eles a legalização do jogo do bicho. Esses avanços gerariam cerca de 700 mil empregos e algo em torno de R$20 bilhões de arrecadação de impostos por ano, segundo o Deputado Herculano Passos (MDB/SP), membro da Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados.
Porém, no dia 15 de dezembro esses avanços foram deixados de lado na nova versão trazida pela Câmara dos Deputados. A nova proposta centrou seu foco em apenas três modalidades de jogos: cassinos, bingo e turfe (esporte que promove e incentiva corridas de cavalos). Deixando de fora jogos on-line e o famoso e clandestino jogo do bicho.
A nova versão do Projeto de Lei 442/1991 também deixou as apostas esportivas sob a responsabilidade do Ministério da Economia, mais especificamente da Secretaria de Avaliação, Planejamento e Loteria (SECAP).
Mesmo com o enxugamento da proposta o Novo Marco Legal dos Jogos trará grandes benefícios como dar segurança ao consumidor final, gerar empregos e grandes recursos para o país, aquecer a economia e fomentar o turismo no Brasil.