O Brasil está no grupo das 89 economias que ficaram abaixo da média no Índice de Liberdade Econômica realizado pela The Heritage Foudation, e divulgado pelo Instituto Monte Castelo. Considerado como “majoritariamente não-livre” nosso país ocupa atualmente a 133º posição no ranking.
Segundo o levantamento, na edição de 2022, a pontuação do Brasil retrocedeu em 0,1 ponto e ficou com uma nota de 54,3. Ao mesmo tempo, devido à piora na nota de outros países em meio à pandemia, o Brasil ganhou dez posições no ranking geral, alcançando a (ainda inaceitável) 133ª colocação. Ainda de acordo com a pesquisa, os 184 países avaliados receberam uma nota de 0 a 100, em que 100 é total liberdade econômica. Os 12 critérios levados em conta vão além do tamanho da carga tributária e incluem a transparência governamental e a independência do judiciário. Os países são classificados em cinco categorias, de acordo com a pontuação: Livres: acima de 80 pontos; Majoritariamente livres: de 70 a 79,9; Moderadamente livres: de 60 a 69,9; Majoritariamente não-livres: de 50 a 59,9; Reprimidos: abaixo de 50.
A liberdade econômica é o caminho para um país próspero e rico com capacidade de fomentar atividades que fortaleçam o ambiente de negócios garantindo a abertura de novas empresas, geração de emprego e renda e interferência mínima do Estado como forma de não comprometer a eficiência econômica do país. Dessa forma, cinco medidas podem ser tomadas rumo a liberdade econômica ideal e ao avanço do desenvolvimento econômico e humano do Brasil: Diminuição das cargas tributárias; Aumento da segurança jurídica; Combate à Corrupção; Maior liberdade para empreender e menos burocracia.