A taxa de desemprego caiu em 22 estados no 2º trimestre de 2022. A queda foi de 11,1% do trimestre anterior para 9,3%. Na comparação anual contra o 1º trimestre de 2021 todos os 27 estados da federação de uma maneira geral tiverem queda significativa da taxa.
A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Continua (PNAD) mostra quantas pessoas desempregadas há no Brasil. Nela, o que é conhecido popularmente como “desemprego” aparece no conceito de “desocupação”. Tocantins registrou a maior queda entre o 1º e o 2º trimestre: 3,8 pontos percentual, seguido por Pernambuco com 3,5 pontos e Alagoas, Pará, Piauí e Acre com quedas de cerca de 3 pontos percentual.
O Distrito Federal, o Amapá, o Ceará, o Mato Grosso e Rondônia registraram estabilidade. A maior taxa de desocupação está concentrada no Nordeste que registrou12,7%. Já as menores taxas foram em Santa Catarina (3,9%), no Mato Grosso (4,4%) e no Mato Grosso do Sul (5,2%).
Outro ponto de destaque do levantamento foi no recorte por idade. A taxa de desocupação de jovens de 18 a 24 anos caiu de 22,8% para 19,3% no 2º semestre de 2022.
É importante esclarecer que nem todas as pessoas que não tem emprego são consideradas desempregadas. Para o IBGE, o desemprego, de forma simplificada, se refere às pessoas com idade para trabalhar (acima de 14 anos) que não estão trabalhando, mas estão disponíveis e tentam encontrar trabalho. Assim, para alguém ser considerado desempregado, não basta não possuir um emprego. Por exemplo, um universitário que dedica seu tempo somente aos estudos ou uma dona de casa que não trabalha fora são pessoas que não podem ser consideradas desempregadas.
