A última edição do Índice de Percepção da Corrupção (IPC) mostra que os países que protegem as liberdades civis e políticas tendem a controlar melhor a corrupção.
O Índice produzido pela Transparência Internacional avalia 180 países e territórios com base nos níveis percebidos de corrupção no setor público por especialistas e empresários. Ele se baseia em 13 fontes independentes de dados e usa uma escala que vai de zero a 100, onde zero significa “altamente corrupto” e 100 significa “muito íntegro”. De todos os países avaliados, 131 ficaram estagnados sem avanços significativos contra a corrupção na última década.
O IPC mais recente afirma que países que trabalham para proteger as liberdades civis e políticas da nação controlam melhor os atos corruptos. Direitos fundamentais, como as liberdades de expressão e de reunião e o acesso à Justiça, garantem a participação do público e mantêm a corrupção sob controle.
De acordo com o que analisado, o levantamento aponta que os países menos corruptos do mundo são a Dinamarca, Finlândia, a Nova Zelândia empatadas com 88 pontos cada. E no final da fila considerados os piores no Índice de Percepção da Corrupção estão: Somália e Síria com 13 pontos e Sudão do Sul com apenas 11 pontos.
O IPC é o principal indicador de corrupção do mundo e é a referência mais utilizada no planeta por tomadores de decisão dos setores público e privado para avaliação de riscos e planejamento de suas ações.