Boa parte da riqueza criada pelo nosso agronegócio fica literalmente atolada na lama da BR-163, importante rota para escoamento da soja. Segundo associações do setor, o prejuízo é de R$ 1,2 milhão por dia com a interdição das estradas. Sem falar dos transtornos com os descumprimentos de prazos que estão previstos em contratos comerciais. Todo ano a história se repete, e não é por falta de imposto. Até quando?
