No Senado, a corrida eleitoral também segue movimentada. No final de dezembro, as bancadas do PSDB e do Podemos no Senado fecharam acordo para agirem como um bloco nas eleições da Casa. Juntas, as siglas podem entregar 17 votos, 7 do PSDB e 10 do Podemos. São necessários 41 para se eleger.
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Atualmente, há dois postulantes à presidência: Rodrigo Pacheco (DEM/MG), apadrinhado do atual presidente, Davi Alcolumbre (DEM/AP), e o outro, um candidato do MDB, maior bancada da Casa, que tem 4 nomes na pauta.
O bloco recém formado não decidiu ainda se apoiará um dos candidatos postos ou se lançará nome próprio. O 1º cenário é o mais provável. Com o grupo maior fica mais fácil negociarem cargos em comissões e na Mesa Diretora.
Na partida, a equipe de Alcolumbre conta que ele tem 20 votos individuais de senadores e o MDB tem os 13 de sua bancada. Por isso, a nova força aparece como muito importante no processo eleitoral.
Junto a ela está a oposição (Cidadania, PDT, PSB, PT e Rede), que tem cerca de 15 senadores e que quer votar em bloco. Os cortejos e negociações seguirão até fevereiro.