Brasil melhora no Ranking Internacional de Percepção da Corrupção

O Índice de Percepção da Corrupção, formulado pela Transparência Internacional, pontua e classifica os países com base no quão corrupto o setor público é percebido por executivos, investidores, acadêmicos e estudiosos da área da transparência. O índice analisa aspectos como propina, desvio de recursos públicos, burocracia excessiva, nepotismo e habilidade dos governos em conter a corrupção.

Apesar de subir 3 pontos pela primeira vez desde 2016, a corrupção no Brasil é maior do que a média global e da América Latina, de acordo com a percepção de especialistas. A nota do Brasil (38) ficou abaixo da média da América Latina (41) e mundial (43) e distante da média dos países do G20 (54) e da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) (64).

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Os países com as melhores pontuações em 2020 foram Dinamarca e Nova Zelândia (ambos com 87 pontos), Finlândia (86), Singapura, Suécia e Suíça (os três com 85 pontos). No extremo oposto, as nações com as piores avaliações foram Venezuela (16), Iêmen (15), Síria (13), Sudão do Sul (12) e Somália (9).

Na região das Américas, os melhores desempenhos foram registrados por Canadá (77), Uruguai (71), Chile e Estados Unidos (ambos com 67 pontos), e Barbados (64). As piores notas foram atribuídas a Guatemala (25), Honduras (24), Nicarágua (22), Haiti (18) e Venezuela (15).

 

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