O Superior Tribunal Federal (STF) julgou na última quinta-feira (03) a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 7058), contra o dispositivo da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2022, aprovada pelo Congresso Nacional em julho de 2021, que destina R$4,9 bilhões ao Fundo Especial de Financiamento de campanha, o Fundão Eleitoral. Com esse valor, as campanhas eleitorais de 2022 devem se tornar as mais caras já realizadas.
O Fundão foi criado para as eleições de 2018, no valor de R$1,7 bilhões após o STF proibir o financiamento das campanhas por empresas.
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De acordo com um levantamento do jornal Metrópoles, o partido que receberá a maior bolada, cerca de R$770 milhões o que corresponde à 15,7% do total é o União Brasil que representa a fusão dos partidos PSL e DEM. Em seguida, o PT deve receber em torno de R$484,6 milhões (9,9%) do Fundo Eleitoral. Em terceiro lugar, o MDB ganhará R$356,7 milhões.
